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Mostrando postagens de Maio, 2011

Esquizofrenias supremas (por Leonardo Bruno)

Leonardo Bruno | 15 Maio 2011
A politização dos tribunais é apenas o início do totalitarismo em todo o resto, porque a justiça não se torna a vontade expressa e impessoal da lei e de legisladores eleitos, mas tão somente a vontade de facção política governante. A insólita decisão do STF, estendendo os princípios da união estável aos homossexuais, à primeira vista, chocou-me menos pelo reconhecimento impróprio da homossexualidade do que pelos métodos francamente ilegais com que o Tribunal Excelso usou para validar seus argumentos. O dispositivo constitucional do art. 226, parágrafo 3º, da Constituição Federal, era bastante claro e restrito em caracterizar como "união estável" a junção de homem e mulher, devendo a lei facilitar o seu casamento. No entanto, por conta de uma pirueta argumentativa, o Supremo não interpretou a Carta Magna. Simplesmente agiu como se fosse uma nova "assembléia constituinte", usurpando os poderes do Congresso Nacional e criando um dispositiv…

Vergonha no STF! Aprovaram o "Casamento Gay"!

O Supremo Tribunal Federal  acaba de reconhecer por unanimidade a união “homoafetiva”,  ou o popularmente  chamado “casamento gay”, dando a esse tipo de união os mesmos direitos da união entre homem e mulher, contrariando com isso, o bom senso, a natureza,  e a própria Constituição Federal que no artigo 226, parágrafo terceiro diz: “Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento.”
Vejam bem, o órgão responsável por resguardar e interpretar corretamente a Constituição Federal conseguiu corromper o texto que deveria proteger. Estamos no pior dos mundos.
Não consigo compreender como que homens que estudaram tanto, dedicaram uma vida inteira aos livros e ao direito, que foram em determinado momento de suas vidas escolhidos pelo seu “notável saber jurídico” para o órgão máximo do Poder Judiciário do país, não consigam simplesmente “ligar os pontos”, ou seja, exercer a lógica …