terça-feira, 30 de setembro de 2014

Em defesa de Levy Fidelix.


Fui um privilegiado. Tive a chance de ver ao vivo o debate dos presidenciáveis no último domingo na Record, o melhor até agora. Os nanicos roubaram a cena, Levy Fidelix e Pastor Everaldo estavam impossíveis, fizeram um dobradinha certeira naquela noite.

Lá pelas tantas, veio a provocação. Luciana Genro, a socialista, quis colocar Levy Fidelix contra a parede. Perguntou-lhe porque os ditos “casais” gays não mereciam ser reconhecidos como as demais famílias (sic).

Aí foi “pau na moleira”. Deus meu. É claro que a pergunta teve caráter provocativo, mas havia algo a mais por trás disso. A candidata do PSOL que não é boba nem nada sabe do poder que o “lobby  gay” goza atualmente na imprensa, na  OAB e nos poderes nacionais constituídos. Sabe que o Brasil é o Império do politicamente correto e das frivolidades, e também sabia que ao contrário dos três principais candidatos que escorregam igual quiabo, Levy é um homem autêntico. Era a chance de tirar uma casquinha.

Pois bem, para uma pergunta tosca e infeliz uma resposta cortante. É só ligar os pontos, minha gente. A família natural, criada por Papai do Céu, merece a tutela do Estado e o seu reconhecimento, porque sem ela, não existiria sociedade alguma, logo é dever do Estado salvaguardá-la. Em contrapartida, os pares homossexuais só dizem respeito a eles mesmos, não precisam de tutela ou reconhecimento estatal. São apenas relações privadas sem nenhum benefício concreto à sociedade, são estéreis por sua própria natureza.  Como Levy bem disse: “aparelho excretor não reproduz”. Isso pode até ferir os ouvidos dessa geração alienada, mas é verdade.

Uma coisa é a pessoa ser homossexual, outra coisa é essa pessoa querer impor a homossexualidade como um valor, ou bem, ou mesmo algo natural à sociedade. Incentivar esse tipo de comportamento é um atentado a espécie humana. Como Fidelix bem disse, se nada mudar, daqui a pouco em vez de 200 milhões seremos apenas 100.

Ganhou meu voto.

Luciano Perim Almeida.

domingo, 14 de setembro de 2014

Brasil Socialista? Ainda dá para evitar.



“A Rússia espalhará seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja. Os bons serão martirizados, o Santo Padre terá muito que sofrer, várias nações serão aniquiladas.”  (Virgem Maria em Fátima, aos três pastorzinhos em 1917)



Um dos maiores triunfos dos socialistas/comunistas foi fazer crer que após o baque de 1989, com a queda do muro de Berlim e todos os seus desdobramentos no leste Europeu e URSS, o comunismo tinha chegado ao fim. 



A rapidez com que ocorreram as transformações nos  países por trás da cortina de ferro pegou a muitos de surpresa, mas os adeptos dessa velha seita (comunismo) rapidamente se organizaram para recuperar o espaço perdido na Europa.



Uma das formas mais eficazes de reorganização socialista aconteceu  na América Latina, através do “Foro de São Paulo” (pesquise no Google), uma organização que cresceu a margem da mídia e que tinha como principal objetivo a implantação do socialismo por essas bandas. Não preciso dizer que o PT de Lula foi o seu principal articulador e que tiveram muito êxito por aqui.



Esse processo de reorganização socialista só foi possível pela introdução do Gramscismo no Brasil, uma variação do comunismo que visava a tomada do poder pelo partido a partir de uma revolução cultural e não militar. Para isso era preciso ocupar os assentos nas universidades e as redações dos jornais para injetar lentamente e continuamente na população os ideais comunistas. A maior prova de que o Gramcismo está bem disseminado e implementado no Brasil é que todo o “Foro de São Paulo” com suas atas e reuniões ao longo de décadas foram deliberadamente suprimidos do noticiário nacional como se tais reuniões fossem algo inofensivo e irrelevante. Toda a tomada de poder na América Latina, seja na Venezuela, Bolívia, Argentina, Brasil, Nicarágua, etc. derivam das deliberações e estratégias traçadas pelo “Foro de São Paulo” e você provavelmente nunca tinha ouvido falar nisso.



Vamos em frente, analisemos a realidade atual do Brasil. O PT e o PSB são socialistas. São partidos que defendem uma visão de mundo incompatível com a visão cristã. Defendem o aborto, o casamento gay, a luta de classes através da fragmentação da sociedade (quotas para negros, quilombolas, etc.), o Estado agigantado arrecadador, a supressão da liberdade de imprensa (que será a primeira das liberdades a ser cassada). O PSB chega mesmo a propor no plano de governo o fim do ensino particular. Meu Deus!



Eles querem o domínio total das mentes, do ensino, da imprensa, dos meios de produção. O Brasil está chegando ao final de 12 anos de um governo socialista, que até o momento só não conseguiu colocar totalmente em prática seus ideais por conta da resistência da sociedade e das suas instituições, mas até quando isso vai durar? Cada dia que passa eles avançam mais e mais, e a sociedade vai se “comunizando” sem perceber. É uma doença que se alastra silenciosamente.



O socialismo é anticristão e inumano na sua essência. O fato de termos uma evangélica candidata pelo PSB é a prova cabal da esquizofrenia da nossa sociedade. Como um ser humano consegue aceitar e comungar de ideais tão incompatíveis como o Cristianismo e o Socialismo? Será possível isso sem a sua destruição moral ou mesmo intelectual? 



Infelizmente esse poço de contradição que é a Marina Silva está longe de ser a exceção em nosso país. Chego a dizer que ela é a encarnação do brasileiro médio que se diz católico e não vê problema algum em votar no PT.



E infelizmente, é esse brasileiro médio deslocado da realidade dos fatos, muitas vezes preocupado apenas com o próprio umbigo que vai decidir a eleição. Para ele está tudo bem, afinal conseguiu financiar seu carrinho, ou sua casinha, nada mais importa. Tem também o bolsa-família, como tirar da cabeça da população mais pobre que esse benefício é do Estado brasileiro e não do PT, missão impossível.



Diante de algumas conquistas materiais, os olhos da população se fecharam diante do mar de imoralidade e corrupção que tomou conta desse país. Tudo é relativizado e justificado. Não importa quanta podridão venha à tona, nada os faz mudar de opinião. Quando não falam que a Veja é vendida falam que as coisas aparecem porque a Policia Federal tem liberdade para investigar. Essas são sandices que escuto o tempo todo, até de pessoas próximas e queridas. Esses mantras são repetidos há doze anos como uma verdadeira terapia de autoengano.



Melhoria da renda na classe mais pobre e mais empregos é o que se pode destacar de positivo na gestão petista, mas se deve levar em conta a herança do governo anterior que estabilizou a economia e debelou a inflação com o Plano Real que o próprio PT foi contra e chamava de eleitoreiro.  Mas o que é isso quando comparado  ao outro legado do PT? Saúde sucateada, educação sofrível, estatais que viraram antro de corrupção.  No Brasil se matam 56.000 pessoas por ano, estatística de guerra civil. Nunca um governo foi tão leniente com a bandidagem. Quando alguém se levanta contra esse absurdo querendo endurecer a legislação penal, ou abaixar a maioridade penal, a trupe petista mobiliza a turma dos direitos humanos para manter tudo do jeito que tá.



Mas a principal herança do PT nesses doze anos foi, sem dúvida, o estupro moral da sociedade brasileira.  A corrupção se tornou endêmica e aceitável, uma geração inteira está crescendo sob a égide do Mensalão, Petrolão, etc... e todos os figurões do partido envolvidos e condenados são tratados como heróis, mártires. Até vaquinha foi feita para que pagassem a multa. Escárnio. São esses que nos governam e querem continuar nos governando.



Marina Silva, não é uma alternativa a isso tudo. Primeiro porque é socialista, logo comunga dos principais princípios do PT, segundo porque com mais de duas décadas de PT, nunca o abandonou de verdade. Mesmo após o escândalo do Mensalão, depois de tudo o que houve, poderia ter chutado o balde como fez sua colega senadora Heloísa Helena que enfrentou Lula e aquela corja toda. Marina se calou, ou pouco fez. Só saiu do PT por conta de sua ambição política, e ainda deixou as portas abertas. 



Acredito muito pouco em eleições, ainda sim não perdi minhas esperanças. Ainda dá tempo de eu e você impedirmos que o Brasil se torne uma nova Venezuela. Para isso é necessário não votar em nenhum candidato de matriz marxista, socialista. 



Pense no país que seus filhos herdarão. Pense que poderão viver em um país onde o Estado poderá dominar ainda mais sobre as consciências dos seus cidadãos, onde pode não haver liberdade de opinião e de imprensa. Pense numa economia sufocada por tributos cada vez maiores que atrofiarão inevitavelmente o empreendedorismo, a livre iniciativa e o livre mercado e consequentemente a geração de emprego e renda.



Pense até mesmo num país sem liberdade religiosa, porque é assim nos países dito socialistas. Pense no rastro de morte, fome, miséria, ateísmo e destruição que o socialismo deixou no mundo nos últimos 100 anos. Não precisamos passar por isso. Deixe de lado seu conformismo e seus preconceitos. Abandone seus temores egoístas e ouse ir contra essa maré vermelha.



Ainda dá tempo. Que Deus se apiede da nação brasileira, e que a Virgem de Fátima rogue por nós.




Luciano Perim Almeida