segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

As presepadas de um STF infanticida


Infelizmente, desde que o PT assumiu o poder no Brasil, há pouco mais de 13 anos, as nomeações para a Corte Maior do país, o Supremo Tribunal Federal, deixaram de seguir critérios técnicos como o notável saber jurídico e passaram a ser determinados pelo alinhamento ideológico dos candidatos a ministros à cartilha esquerdista. Querer colher figos de uma amoreira sempre foi e sempre será impossível, logo em um STF com uma composição maciçamente petista, era de se esperar que a agenda abortista avançaria mais cedo ou mais tarde.

Inicialmente em 2008, os ministros do STF decidiram que os embriões humanos que sobravam de processos de fecundação artificial poderiam ser usados como matéria-prima(sic) para as fracassadas, e a época já decadentes pesquisas com células-tronco embrionárias. Com o auxílio da mídia, em especial da Rede Globo, e de pesquisadores famosos mas sem  ética, conseguiram impor um engodo à população brasileira, que iludida, chegou a acreditar na panacéia de que todos os males seriam curados a partir da destruição/assassinato dos embriões humanos, coisa esta que jamais ocorreu, uma vez que até a presente data as únicas pesquisas com células-tronco que deram resultados efetivos foram as não embrionárias, mas isso ninguém comenta nem em nota de rodapé.

Depois já em 2012, numa atitude “brilhante” esse mesmo STF quis usurpar o lugar de Deus para definir que bebês anencéfalos não são gente, são apenas um peso morto, um projeto fracassado da natureza, e que só mesmo mães pouco instruídas levariam a cabo uma gravidez desse tipo, sem que houvesse perspectiva real de uma sobrevida duradoura para criança. Do alto do seu “imenso saber e sensibilidade”, esses iluminados julgaram que é melhor matar a criança no ventre do que esperá-la morrer naturalmente algumas horas ou dias depois. “Sensíveis” que são, não conseguiram perceber o abismo moral entre matar um bebê e esperar com Fé e resignação a morte natural da criança. A conclusão desses abjetos, verdadeiros monstros amorais, é que quem mata esse tipo de criança não é passível de punição.

Não bastasse esses dois legados vergonhosos de morticínio da nossa Suprema Corte, me vem agora, o senhor Luís Roberto Barroso e seus colegas Edson Fachin e Rosa Weber, no último dia 29/11 de maneira sorrateira, com o país todo envolto e comovido com a tragédia da Chapecoense, e fazem de um simples julgamento da 1ª Turma do STF, de um Habeas Corpus de alguns infanticidas,  um verdadeiro Cavalo de Tróia para incluir algo totalmente estranho ao ordenamento jurídico brasileiro que é descriminalização total do abortamento para bebês de até 3 meses de gestação. O mesmo Barroso que em 2012 era o advogado que defendeu que bebês anencéfalos poderiam ser mortos sem que seus assassinos fossem penalizados agora quer liberar geral no aborto. É um obstinado esse senhor.

No próximo dia 07/12, o STF a pedido de outra mente "iluminada" o Procurador Geral da República, sr. Rodigo Janot, irá julgar se as mães que contraíram Zika podem abortar impunemente. Só o fato de essa matéria ir a julgamento denota a falta de lógica do atual STF. Primeiro que a microcefalia ao contrário da anencefalia não é uma doença que mata em poucas horas ou dias que foi a desculpa esfarrapada usada em 2012. Segundo que a Zika evolui em raríssimas situações para a microcefalia, o que revela que por trás desse circo de horrores está tão somente a sanha eugenista e abortista do STF mais uma vez. Vergonha total!

Urge que alguém coloque um limite nesse pessoalzinho do STF. Eles agora além de estarem rasgando a Constituição Federal a que são obrigados a defender, e também o Código Penal  ainda se imiscuem no Poder Legislativo, assumindo para si a criação de novas leis baseadas tão somente em seus gostos bizarros. Beira o insuportável viver num país que ministros do STF se comportam como crianças mimadas que sendo donas da bola querem ditar as regras sem nenhuma supervisão.

Amigos, mais do que combater a corrupção, ou apoiar a “Lava-Jato”, que são coisas muito importantes, devemos varrer urgentemente essa Juristocracia que se impôs a nós brasileiros sem que nos tivéssemos apercebido disso. Hoje o STF faz o que der na telha seguindo sempre a cartilha dos globalistas e nos impõe goela abaixo suas presepadas sem que ninguém os conteste. Eles acham que pelo fato de não serem eleitos pelo voto popular não precisam prestar conta de nada a população. No alto da sua imensa arrogância se portam como se fossem donos do país.

Graças a Deus, existem pessoas que perceberam o perigo real em que já nos encontramos - uma ditadura das elites judiciárias sem respaldo popular - e estão reagindo à altura. Há um projeto de Lei tramitando na Câmara dos Deputados, o PL 4754/2016 do Deputado Federal Sóstenes Cavalcante do PSD/RJ que visa limitar todas essas afrontas e abusos do STF, prevendo até mesmo o impeachment do ministro que extrapolar da sua autoridade. É imperativo que o povo brasileiro apóie esse tipo de iniciativa através de e-mails e telefonemas para os membros das comissões  afim de que finalmente esses fanfarrões do STF descubram ainda que tarde que são apenas ídolos de pés de barro e que não ficarão inatingíveis para sempre.

Que Deus nos ajude!