terça-feira, 17 de janeiro de 2017

As cadeias da imprensa

“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” (São João 8, 32.)

Gente, é de lascar. Simplesmente não consigo assistir mais do que 10 minutos de noticiário na TV,  algo que para mim era algo tão natural se tornou agora enfadonho,  insuportável.

Desde novo, entendi que a mídia (TV, jornais, revistas, etc.) era manipuladora. Bastava ver os recortes que os editores faziam e fazem até hoje da realidade. Parecem que eles  vivem em universo paralelo, um outro mundo diferente do nosso que não é o real.

A “viagem” da hora são os massacres e rebeliões que estão ocorrendo Brasil afora, que começaram em Manaus, depois Roraima e agora estão no Rio Grande no Norte. Todo mundo sabe, e não precisa ser um especialista comuna da Globo News para dizer que os presídios brasileiros estão em péssimas condições e super lotados, mas toda vez que se falava em construir novos presídios, a mídia esquerdista  era a primeira que torcia o nariz e dizia que o precisávamos mesmo era de escolas (sic).

Faltam investimentos na área de segurança, faltam novos presídios mas não são essas as causas dessa atual barbárie que está se espalhando pelas prisões do país. São brigas de facções criminosas que lutam pelo domínio da lucrativa rota de tráfico de drogas.

Diante dessa obviedade, como tem sido a abordagem da nossa imprensa? Que no Brasil se prende muito e que o consumo de drogas deve ser liberado para se esvaziar prisões. Caramba! Que palhaçada! Mas é esse escárnio que tem pautado nossos telejornais nesses dias.

Qualquer cidadão sabe que no Brasil não se prende muito, muito pelo contrário, se prende muito pouco devido a flexibilidade das leis e principalmente pela leniência em aplicá-las. Quantas vezes nos deparamos com manchetes que fulaninho já foi preso e solto “trocentas” vezes? Até assassinos tem tido a vida faciliatada por aqui porque a vida humana em nosso país tem sido cada vez mais banalizada. Essa idéia que se prende muito no Brasil é fantasiosa, mas se prende pouco porque as cadeias estão tão lotadas? Porque não se priorizou investimento em segurança pública por falta de vontade política e/ou por falta de recursos.

Primeira falácia da imprensa desmontada: não se prende muito no Brasil.

A outra mentira difundida é que se deve flexibilizar ainda mais as leis que proíbem o consumo de entorpecentes. Só o fato de se abordar esse assunto indica a má-fé da imprensa. Quem nesse país fica preso por consumir droga? Quem? Ninguém! O cara pode até ser preso, mas daí a permanecer em cana? Jamais. Só traficantes ficam presos.  Mas se é assim, porque existe essa abordagem tendenciosa da imprensa em geral? Existe um lobby esquerdista apoiado por FHC e demais figurões que acham que a liberação do consumo de drogas ajudaria mais no combate ao tráfico do que a repressão. É o mesmo raciocínio cínico que defende que a liberação do aborto diminuiria o seu número de ocorrências. Não há lógica por trás desse argumento, o que existe  são interesses econômicos e políticos escusos que visam minar ainda mais a nossa já fragilizada sociedade em favorecimento de uns poucos.

O que fazer então? Primeiro é acabar com essas rebeliões. Hoje eu já ouvi falar que chamaram o Exército. Muito bom, se tem algo que traficante tem medo é do Exército.

E depois disso? Leis  e penas rígidas, sem frescuras, sem esse excesso de progressões, sem visita íntima, sem indultos para criminosos perigosos. Combate intenso ao tráfico internacional de armas e drogas. Precisamos também moralizar a Justiça para que se acabe com tanta leniência com aqueles que oferecem real  risco a sociedade. Precisamos apoiar nossos policiais, acabar com a famigerada audiência de custódia e enfim construir muito mais presídios. Se temos poucos presídios, flexibilizam-se leis para deixar todo mundo na rua. Com mais presídios poderemos ter leis mais justas e firmes para que criminosos não continuem a trucidar o povo brasileiro.


Precisamos de uma abordagem mais honesta e profissional da nossa imprensa. Quando agem pela ideologia, sem se preocupar com a verdade dos fatos para trabalhar por uma agenda que não é a do povo brasileiro acabam por prestar um grande desserviço a sociedade civil e contribuindo voluntariamente ou não com os criminosos. E isso também é crime.

domingo, 8 de janeiro de 2017

Já vai tarde.


Mal posso esperar pelo dia 20/01! Apesar de ser devoto de São Sebastião, mártir cristão dos primeiros séculos celebrado nessa data, minha expectativa se deve a posse de Donald Trump que colocará fim ao mandato melancólico do senhor Barack Hussein Obama.

Lembro-me há pouco mais de oito anos quando Mr. Obama venceu as eleições e eu tive que assistir com certo asco e preguiça a celebração e exaltação do mais novo queridinho da mídia globalista. Foi um dia de profundo pesar para mim. Apesar de estar a milhares de quilômetros do Tio Sam, a vitória do defensor de todos os tipos de aborto até mesmo aquele chamado “aborto por nascimento parcial” realizado em grávidas de até nove meses de gestação não me deixou indiferente. Peguei um laço preto, fixei em minha blusa e fui trabalhar de luto pelos nascituros americanos e os dos mundo inteiro.

Só esse fato macabro já seria suficiente para qualquer pessoa com mais de dois neurônios desconfiar das boas intenções do presidente Obama. Outro motivo é a verdadeira adoração de setores da mídia por esse senhor. Qualquer “peidinho” (desculpe) do primeiro presidente afro-americano já era motivo para os jornalistas se derreterem em sorrisos e elogios. Ridículo e patético. Essa foi sem dúvida uma das mais relevantes amostras de como a mídia se degradou e se distanciou definitivamente da sua missão de informar e formar tornando-se tão somente uma porta-voz da agenda globalista-esquerdista-anticristã.

O homem ainda não tinha feito nada, ou melhor, só ameaçou fazer uma presepada (retirar as tropas americanas do Iraque de qualquer jeito) e ganhou um Nobel da Paz. Incrível! Tal era e continua sendo a boa vontade e benevolência do establishment com este senhor.

Internamente, ele implantou o Obacare que é um tipo de SUS que nunca funcionou direito, mas que na prática onerou ainda mais os americanos com impostos. Além de ser ineficiente e caro serviu ainda como instrumento de perseguição aos cristãos, pois planejava coibir liberdades de consciência e religiosa ao obrigar hospitais católicos a distribuir anticoncepcionais e realizar abortos.

A retirada destrambelhada do Iraque, possibilitou o aparecimento do ISIS que viu no caos ali instaurado todas as condições de se fortalecer e o apoio irresponsável e irrestrito a chamada “Primavera Árabe”, que deixou um rastro de morte e destruição na Líbia (pós-Kadafi) e no Egito da Irmandade Muçulmana (que tinha a simpatia do presidente Obama pois tem um de seus irmãos nos seus quadros) demonstraram de maneira cabal o seu despreparo para conduzir a mais poderosa nação do mundo no plano internacional.

Mas o ápice da pilantragem do presidente “Hussein” foi mesmo a sua atuação na Síria. Obama julgou que seria apenas uma questão de tempo para que Assad caísse como seus colegas líbio e egípcio. Diante da enorme e encarniçada perseguição aos cristãos sírios e de uma convulsão cada vez maior naquele país, o presidente americano lavou as mãos e despejou recursos e armamentos nas mãos da chamada “oposição moderada” síria para fazer uma contrapeso a Assad e ao ISIS. Só que a tal “oposição moderada” não tinha nada de moderada, eram mercenários islâmicos estrangeiros que em diversas situações se aliaram aos ISIS para continuar o horrendo massacre naquele que era um dos mais pacíficos países do Oriente Médio. Essa atitude de fortalecer os rebeldes só fez aumentar a duração do conflito e o derramamento de sangue.

A visão islâmica e embotada do senhor Obama, que tratou os sírios, especialmente as minorias cristãs daquele país como lixo descartável não pode passar impune pela história. A história costuma julgar e condenar as ações criminosas dos governantes, mas neste caso a omissão criminosa deste presidente americano foi muito pior do que muitas outras intervenções desastradas de governantes anteriores como, por exemplo,  a invasão do Iraque pelo Bush.

Assad nunca foi santo, é um ditador com mão de ferro, mas talvez necessário àquele país devido as suas peculiaridades étnicas, religiosas e culturais. O óbvio para qualquer governante americano sensato seria combater o ISIS e ainda que temporariamente se unir a Assad para destruí-los uma vez que ele eram um mal muito maior do que a simples permanência do ditador sírio (que já estava lá por anos a fio). Mas não foi isso que ele fez. Como uma criança mimada, Obama insistiu bisonhamente que o objetivo principal era derrubar Assad ainda que todas as evidências apontassem o contrário. O resultado dessa atitude irresponsável e absurda é que nos últimos quatros anos e meio o Ocidente, camuflado pela mídia e capitaneado por Obama, fingiu que combatia o ISIS permitindo que a Síria afundasse no caos, na guerra, no morticínio e na perseguição a milhares de pessoas gerando uma dos maiores fluxos migratórios da história. 

O jogo só começou a virar por causa da Rússia de Putin. Contrariando as diretivas ocidentais Putin se aliou ao exército Sírio e se concentrou em atacar o Estado Islâmico sem refrescar, no entanto os rebeldes moderados que de moderados nunca tiveram nada. Recentemente tiveram uma grande vitória ao liberar Aleppo de um cerco devastador de mais de quatro anos.

Quando vejo manchetes como as de hoje, falando dos altos índices de popularidade do presidente Obama ao deixar o governo, me vem um risinho irônico e penso: como um presidente tão fraco e tão dúbio em tantas questões, sejam elas domésticas ou  internacionais e que tenha perdido recentemente em todas as frentes (Síria, Congresso, governos estaduais e eleição do Trump) possui ainda tanta aprovação popular? Será que Obama está realmente com essa bola toda ou será essa uma última e desesperada cartada da mídia esquerdista para limpar sua barra? Julguem vocês mesmos.

A verdade que não calará é que o sangue de milhares de pessoas inocentes, em especial dos nossos irmãos sírios cristãos, não permitirão que uma simples maquiagem midiática salve a honra daquele que foi o pior e o mais omisso presidente americano desde sempre.


Que venha logo o Trump e o demita.